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GERAÇÃO Y COM LULI RADFAHRER

Conheça um pouco mais sobre o admirável mundo novo!

Luli Radfahrer, PhD

“Sou Ph.D. em comunicação digital pela ECA-USP, de onde também sou professor há mais de 15 anos. Trabalho com internet desde 1994, quando fundei a Hipermídia, uma das primeiras agências de comunicação digital do país, hoje parte do grupo Ogilvy. Saí de lá em 96 para fundar meu estúdio, a Kropki, onde atendi AlmapBBDO, MTV, FIAT, Leo Burnett, VISA, Volkswagen e Camargo Corrêa. Em 99 fui para a StarMedia de Nova York assumir a Vice-Presidência de Conteúdo. Antes mesmo do estouro da bolha da NASDAQ, a agência de propaganda DPZ me chamou de volta para criar a dpz.com, sua divisão digital.

Em 2001 fui terminar meu doutorado em Londres, e aproveitei para trabalhar com projetos de TV Interativa e comunicação wireless por lá. Depois do 11 de Setembro o clima ficou pesado. Daí vi que não valia a pena continuar por lá, por isso voltei e abri minha empresa de consultoria em inovação em comunicação digital. Nesses últimos cinco anos atendi a AOL Brasil (para oredesign e reestruturação do conteúdo do portal), McDonald’s (projeto de conteúdo para o McInternet) e outros projetos para empresas no Brasil, Canadá, Estados Unidos e Oriente Médio.

Escrevo regularmente para o blog (http://www.luli.com.br), revista Webdesign, portal JumpExece, a partir da próxima edição, para a revista Meio Digital. Sou autor dos livros “Design/web/design” e “Design/web/design:2”, considerados referência para a área, e “A Arte da Guerra Para Quem Mexeu No Queijo Do Pai Rico”, uma análise crítica e bem-humorada do ambiente corporativo. Além de minhas aulas na ECA/USP, costumo ser convidado para participar de eventos importantes na área, como os Encontros de Web Design da Arteccom e osIntercon, promovidos pelo iMasters. Também participo de várias oficinas promovidas pela Jump Education.”

Acesse o Linkedin do Luli

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MAKE DIFERENCE

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NÃO DESPERDICE A SUA VIDA VIVENDO O SONHO DE OUTRA PESSOA

Eu perdi a conta das vezes que presenciei uma meia dúzia de “líderes” chamarem reuniões non-senses com os seus comandados para as sete horas da noite. Reuniões que poderiam ser evitadas, reuniões que poderiam ter acontecido ao longo do dia ou reuniões que poderiam acontecer no dia seguinte sem problema algum. Mas não, o “líder” chama a reunião para depois do horário como se fosse alguma espécie de prova para checar quem veste a camisa da empresa, ou para provar que manda na bagaça.

Você não deve ir na reunião!

Na próxima vez que isso acontecer com você, diga ao pangaré chamado de chefe que você não pode ficar para a reunião porque você tem outro compromisso pessoal muito importante previamente agendado e você tem que ir.

E vá embora!

A vida é muito curta para desperdiçar vivendo o sonho de outra pessoa!

A vida é muito bela para trocar o happy hour com os amigos, ou o jantar com a família, ou a malhação na academia por mais uma reunião sem sentido sobre projetos mirabolantes que precisam virar realidade prá ontem.

Vá embora!

Deixa o maluco falando sozinho!

Vá embora sem qualquer problema de consciência.

Você estará salvando a empresa do cara dele mesmo.

Três dias depois ele nem vai se lembrar que chamou a reunião, ou que mandou alguém fazer alguma coisa.

Faça um favor a você mesmo: se manda!

Uma empresa não pode se tornar um projeto extravagante de um líder egocêntrico.

Pare!

Se alguma reunião precisa acontecer as sete da noite, ela acontecerá porque a equipe envolvida no projeto acredita que tem que rolar; e não porque o chefe tem que provar para si mesmo que manda nos outros.

Não deixe o seu chefe transformar o lugar em que você trabalha em uma cruzada pessoal para satisfazer o seu ego de maluco.

Se o maluco for muito reincidente, caia fora.

Caia fora antes que o Nero acabe colocando fogo em Roma e você tenha que apagar o incêndio com a sua própria vida, felicidade e saúde.

(@BizRevolution – Ricardo Jordão)

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O NOVO MUNDO DOS CARROS

Uma das empresas mais COOL dos EUA chama-se ZIPCAR.
A ZIPCAR popularizou o conceito de car sharing nas terras gringas e
simplesmente QUEBROU TUDO quando o assunto é revolucionar a maneira que
as pessoas usam carro.

Mais de 20 milhões de americanos já abriram mão do seu carro pessoal em troca do uso dos carros da ZIPCAR nos últimos 5 anos.

Em São Paulo já existe uma ZIPCAR clone. É a ZAZCAR,
e parece que eles estão indo bem. A ZAZCAR ampliou o número de carros e
os hot spots desde que eles começaram por aqui, e o serviço está cada
vez mais similar a ZIPCAR.

Se você mora ou trabalha nessa região da Avenida Paulista, recomendo a você experimentar a ZAZCAR. Eles estão operando por aí.
Agora, na rabeira da ZIPCAR e da ZAZCAR, a BMW entra na onda do modelo de car sharing com o lançamento da DRIVENOW.

É a primeira iniciativa de um fabricante de carros rumo a esse novo modelo.
Será que é o começo do fim da era do carro pessoal?
Talvez não, mas eu acredito que os negócios que envolvem aluguel, empréstimo, financiamento etc vão
crescer muito frente ao modelo tradicional de compra e venda de produtos
e serviços.
A DRIVENOW começa as operações em Munique na Alemanha no mês que vem e promete se extender por todo o mundo no médio prazo.

O sistema da DRIVENOW vai começar oferecendo 300 carros BMW entre
Mini Coopers e Modelos da Série 1 para os associados que pagarem 29
Euros ou 41 dólares por ano para usar o sistema.

É isso mesmo, por 41 doletas por mês você pode usar livremente um carro que no Brasil vale 100 mil reais.

Além do pagamento inicial, o usuário paga 21 dólares por hora para
usar um dos carros da DRIVENOW (o usuário não paga nada pela
gasolina).Na Europa o sistema é mais barato que usar taxi.

Se o modelo vier para São Paulo, eu acredito que a turma vai preferir
pagar por quilômetro rodado uma vez que ficamos horas no trânsito para
rodar 500 metros.

A ZAZCAR cobra por hora, mas cobra baratinho. Confere lá!

Confira agora os vídeos que a BMW fez para promover o DRIVENOW.

Você trocaria o seu carro pessoal por um carro on demand?

Eu troco.

ZAZCAR, venha para perto da minha casa!!!

@Ricardo Jordão (www.bizrevolution.com.br)

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FAÍSCA DA PORRADA

Os criadores do filme sobre o Atlas Shrugged soltaram mais uma faísca da porrada que vem ai no dia 15 de Abril.

A cena a seguir mostra Hank Rearden, um dos “mocinhos” do filme, chegando em casa depois de um longo, produtivo e criativo dia de trabalho. 

A cena mostra alguns dos elementos PORRADA do livro:

1. Empreendedor que rala duro todos os dias para criar um produto sensacional mas a esposa só se importa com diamantes e festas, e não tá nem aí para a criação do marido. “Oras, se ele ainda fosse vendedor de diamantes, o cara vende um troço que será usado em estradas de ferro?? Que porra é essa mamãe???”. 

2. A esposa, não valoriza o trabalho do cara, mesmo vivendo e comendo do bom e do melhor. 

3. O irmão da esposa é um encostado na vida, serve ao estado, e cria ONGs picaretas que levantam dinheiro dos milionários para fins duvidosos. 

4. O irmão picareta, apesar de não gostar de Rearden, quer o dinheiro dele para financiar sua ONG de pilantras; porém, prefere transferência bancária para não ver o nome do Rearden entre os que bancam a sua conta. Moral da história: os “menos privilegiados” metem o pau em quem tem, mas precisam deles para viver porque são incapazes de criar qualquer coisa digna. 

5. A atitude de Rearden em relação a mulher e ao casamento é muito criticada pelo lado negro da força que odeia Atlas Shrugged. Rearden esquece a data de aniversário do próprio casamento, chega tarde em casa todos os dias etc etc etc. Rearden, ao invés de entrar na da esposa – torrar rios de dinheiro promovendo festas da high society -, ele desencana da bicha, leva o casamento no banho maria, e vai ter um caso com Dagny – a mocinha da história.

6. O ponto é que a fila ANDA. Ayn Rand não poupa nenhum pilar da sociedade como você conhece para provar que as pessoas precisam ser empreendedoras para serem desejadas.  

Ricardo Jordão

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DIRETO DAS TRINCHEIRAS!

Saiu finalmente o Vlog/VideoCast/VideoBlog da Bizrevolution que esperamos por alguns dias. Esse é o primeiro episódio e se chama “Direto das trincheiras”, gostaria que todos ajudassem a divulgar porque esse cara é uma fera do marketing/empreendedorismo, e como ele mesmo disse:

“A Era do Vídeo na Web vai arrasar quarteirões de hoje até 2013. Ao começar agora, eu espero desenvolver o jogo de cintura necessário para ter uma proposta de WebTV BALA e CAMPEÃ no médio prazo. ”

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ATLAS SHRUGGED O FILME!

50 anos de espera pela filmagem de ATLAS SHRUGGED chegaram ao fim. No dia 15 de Abril estreia nos EUA, Atlas Shrugged Parte 1.

O que aconteceria ao mundo se Steve Jobs, Bill Gates, Chris Andersen (TED), Nelson Mandela, e outros gênios que levam o mundo para frente sumissem do mapa ao mesmo tempo deixando o mundo para os executivos e a turma da carteira assinada?

Atlas Shrugged é sobre uma sociedade que dispensa os gênios e abraça a mediocridade. 

Escrito em 1957, Atlas Shrugged antecipou em 50 anos o que está acontecendo nesse exato momento. 

O primeiro trailer oficial do filme será apresentado no dia 11 de Fevereiro. O web site do filme está no ar, confira. O cartaz já tá na rua, e logo abaixo. 

Como grande fã do livro e de Ayn Rand, eu torço para que o filme seja fantástico. Entretanto, ao acompanhar tudo que rolou durante a produção, me parece que o filme será “nice to have” ficando longe da riqueza do livro.

Eu espero que a recepção do filme nos EUA seja excelente; só assim, talvez, um dia, sei lá, Atlas Shrugged venha para os cinemas brasileiros.

Atlas Shrugged é AMADO e ODIADO em iguais proporções. Tem gente que lê e não entende patavinas. Tem gente que abomina as idéias individualistas do livro. Tem gente que não entende bulufas das idéias sobre “ser egoísta”. Tem gente que não encontra idéia nenhuma no livro.

E tem gente que ADORA, e o transforma em seu livro de cabeceira. Foi o que aconteceu com Bill Gates, Allan Greenspan, Warren Buffett, Os Fundadores do Google, entre milhares de outros grandes empreendedores.

Confira algumas idéias do livro:

(Ricardo Jordão)

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MANDANDO O DEDO!

Pra quem você mandaria o dedo?

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NOVAMENTE, UM SUCESSO DE PÚBLICO.

A transmissão ao vivo da operação da polícia no Rio nas favelas do Complexo do Alemão é um marco na televisão brasileira. Ontem o Brasil parou para ver a sequência que a realidade produziu para a série Tropa de Elite.

Pode-se argumentar que já vimos inúmeros programas acompanharem movimentações policiais. No ônibus 174 e no caso da menina Eloá, seqüestrada em Santo André pelo próprio namorado, testemunhamos crimes que aconteciam ao vivo diante das câmeras. Tínhamos comentaristas de situações de crise posicionados em estúdios auxiliando a narração.

O diferente ontem foi sentir que éramos nós mesmos que dependíamos daquele desfecho. Com a rotina da cidade completamente transformada pelos eventos, cada telespectador carioca se viu como parte da ação, em vez de simplesmente torcer por um bom ou mau desfecho na vida de terceiros – era difícil ignorar.

Transmitida ao vivo, a onda de violência fez os telespectadores torcerem por si mesmos ontem.

Uma sensação parecida com ver um jogo de Copa do Mundo, Em vez de um time representando o país, eram policiais. Em vez de gol. A vibração surgiu no momento em que dois traficantes em fuga a pé foram almejados.

Éramos NÓS atirando, acenando com bandeiras brancas sobre lajes e nos escondendo de tiros dentro da casa, contra ELES, que fugiam ou nos afrontavam – como ficou claro na cena em que um dos traficantes que deixavam a pé a Vila do Cruzeiro apontou um fuzil na direção da câmera da Globo, em atitude desafiadora.

E eventos anteriores, era mais nítida a noção de que éramos telespectadores desprotegidos. A onda de violência, de fato, mudou a rotina de todos. Não eram só as escolas municipais da região conflituosa que interrompiam suas atividades, o que sempre ocorre: empresas encerram expediente mais cedo, e eventos de entretenimento foram cancelados. A cidade se uniu diante da TV, tentando torcer por si,

Como somos 191 milhões de comentaristas, tanto de futebol como de política, divergíamos do esquema, da falta de jogadas ensaiadas, da escalação. Por fim, redistribuída democraticamente e transmitida ao vivo, a fascinante violência do Rio se firmou de novo como sucesso de público.

Márvio dos Anjos, Editor do Destak Rio. Publicado no dia 26 de Novembro de 2010.

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MOSTRE-SE INSATISFEITO

Acham que você reclama demais?

MOSTRE-SE INSATISFEITO!

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