“Existem dois tipos de tipógrafos, aqueles que trabalham a vida toda sem serem percebidos e aqueles que com um único trabalho criam seu estilo e são reconhecidos por todos”
Alguns dizem que a tipografia não é necessária, que uma imagem vale mais do que mil palavras, bom, eu concordo, porém a tipografia bem feita é a própria imagem. Na década em que estamos, a informação vale mais do que tudo, e a tipografia acompanha e transcreve essa informação com a identidade a que se quer passar.
O vídeo que segue é um pequeno documentário da PBS Arts sobre essa influência citada acima.
Os dois principais tablets do mercado, iPad e Galaxy Tab são sim coisas do passado. Isso se depender da Motorola, que está aprontando alguma para o ano que vem. A empresa liberou um vídeo que faz um enorme suspense sobre o que é esse novo produto que está sendo planejado somente para 2011. Eu poderia explicar, o melhor é que você veja o vídeo com seus próprios olhos.
Ao que parece, uma abelha faz uma viagem por um museu, passeando pelos itens que, de alguma forma, impactaram a forma como os seres humanos registram suas informações. Tem a tábula dos 10 Mandamentos, por exemplo, que não permitiria edição dos documentos. Ou a Pedra de Rosetta, com suporte a vários idiomas, mas visor de “baixa resolução”. E por aí vai… Com críticas a esses dispositivos, até chegar no iPad e no Samsung Galaxy Tab, que já são considerados itens de museu.
Por fim, um produto coberto por um pano preto está lá quieto, em um suporte com a brilhosa nova marca da Motorola. E eis que surgem as inscrições “CES 2011″. Ou seja, a Motorola pretende apresentar ao mundo alguma coisa durante a CES, uma feira que acontece na primeira semana de janeiro. É esperar para ver.
Talvez o ponto mais curioso desse vídeo é o momento em que a abelha passa pelo Galaxy Tab. Aparece escrito no ar que ele é baseado em “Android OS… Mas Android OS para um telefone”. Das duas uma: ou a Motorola vai mostrar algum tablet com Android preparado para esse tablet, ou vai aparecer com outro sistema operacional, de modo a justificar essa crítica ao Android para telefones. Faça sua aposta!
Antes de estranhar o formato quadradinho, que lembra uma tetra-pak, preste atenção nos detalhes.
A boca foi colocada em um canto, o que facilita para quem quer tomar direto do gargalo – e a quantidade de refrigerante dentro continua a mesma.
No entanto, essas garrafas transformam a estrutura curvilínea da Coca-Cola (e da maioria dos refrigerantes) em cúbicas, permitindo um ganho de espaço em armazenamento em transporte.
Sendo 25% mais “magras” do que a garrafa comum, elas acabam sendo 27% mais eficientes – já que todo o transporte, inclusive para a reciclagem, é mais fácil. Ela é 100% feita de subprodutos da cana de açúcar (nada de petróleo) e, ao ser amassada, fica 66% menor que as garrafas normais (ou seja, cabem mais garrafas no veículo de coleta).
Todas as medidas da nova garrafa também foram pensadas para se encaixarem nas máquinas de venda de refrigerante e geladeiras já existentes.
Boa surpresa também é saber que um projeto bem pensado (e bonito) como esse surgiu como trabalho de faculdade do designer Andrew Seunghyun Kim. Será que a Coca Cola teria interesse em investir nesse tipo de mudança?