Hoje eu vi um filme que me deixou boqueaberto.
O mestre Al pacino sempre me surpreende, mas nessa ele foi capaz de me deixar estarrecido com sua aula de interpretação, e o mais impressionante foi que ele conseguiu mostrar o valor do que somos e não do que temos.
Para entender o que digo vejam a cena abaixo:
Disso podemos tirar algumas lições, essas não só para seus negócios, coleguismos ou trabalho, podemos tirar algumas lições para a vida. Me dei ao luxo de descrever algumas:
1. Mande a MERDA quem manda (ou acha que manda) em alguma coisa;
2. FACE THE FIRE! E assuma a responsabilidade de enfrentar os problemas;
3. Diga a mais pura e crua verdade aos ouvidos de quem PRECISAR ouvir;
4. Use seus olhos para OBSERVAR e não apenas para VER, só assim conseguirá entender com a cabeça o que seus olhos acompanham;
5. Mostre do que são feitos verdadeiros LÍDERES;
6. Não julgue e não use ninguém para comprar seu próprio futuro, isso se chama INTEGRIDADE e é disso que os verdadeiros líderes são feitos.
7. DANCE CONFORME A MÚSICA
Os criadores do filme sobre o Atlas Shrugged soltaram mais uma faísca da porrada que vem ai no dia 15 de Abril.
A cena a seguir mostra Hank Rearden, um dos “mocinhos” do filme, chegando em casa depois de um longo, produtivo e criativo dia de trabalho.
A cena mostra alguns dos elementos PORRADA do livro:
1. Empreendedor que rala duro todos os dias para criar um produto sensacional mas a esposa só se importa com diamantes e festas, e não tá nem aí para a criação do marido. “Oras, se ele ainda fosse vendedor de diamantes, o cara vende um troço que será usado em estradas de ferro?? Que porra é essa mamãe???”.
2. A esposa, não valoriza o trabalho do cara, mesmo vivendo e comendo do bom e do melhor.
3. O irmão da esposa é um encostado na vida, serve ao estado, e cria ONGs picaretas que levantam dinheiro dos milionários para fins duvidosos.
4. O irmão picareta, apesar de não gostar de Rearden, quer o dinheiro dele para financiar sua ONG de pilantras; porém, prefere transferência bancária para não ver o nome do Rearden entre os que bancam a sua conta. Moral da história: os “menos privilegiados” metem o pau em quem tem, mas precisam deles para viver porque são incapazes de criar qualquer coisa digna.
5. A atitude de Rearden em relação a mulher e ao casamento é muito criticada pelo lado negro da força que odeia Atlas Shrugged. Rearden esquece a data de aniversário do próprio casamento, chega tarde em casa todos os dias etc etc etc. Rearden, ao invés de entrar na da esposa – torrar rios de dinheiro promovendo festas da high society -, ele desencana da bicha, leva o casamento no banho maria, e vai ter um caso com Dagny – a mocinha da história.
6. O ponto é que a fila ANDA. Ayn Rand não poupa nenhum pilar da sociedade como você conhece para provar que as pessoas precisam ser empreendedoras para serem desejadas.
Ricardo Jordão
50 anos de espera pela filmagem de ATLAS SHRUGGED chegaram ao fim. No dia 15 de Abril estreia nos EUA, Atlas Shrugged Parte 1.
O que aconteceria ao mundo se Steve Jobs, Bill Gates, Chris Andersen (TED), Nelson Mandela, e outros gênios que levam o mundo para frente sumissem do mapa ao mesmo tempo deixando o mundo para os executivos e a turma da carteira assinada?
Atlas Shrugged é sobre uma sociedade que dispensa os gênios e abraça a mediocridade.
Escrito em 1957, Atlas Shrugged antecipou em 50 anos o que está acontecendo nesse exato momento.
O primeiro trailer oficial do filme será apresentado no dia 11 de Fevereiro. O web site do filme está no ar, confira. O cartaz já tá na rua, e logo abaixo.
Como grande fã do livro e de Ayn Rand, eu torço para que o filme seja fantástico. Entretanto, ao acompanhar tudo que rolou durante a produção, me parece que o filme será “nice to have” ficando longe da riqueza do livro.
Eu espero que a recepção do filme nos EUA seja excelente; só assim, talvez, um dia, sei lá, Atlas Shrugged venha para os cinemas brasileiros.
Atlas Shrugged é AMADO e ODIADO em iguais proporções. Tem gente que lê e não entende patavinas. Tem gente que abomina as idéias individualistas do livro. Tem gente que não entende bulufas das idéias sobre “ser egoísta”. Tem gente que não encontra idéia nenhuma no livro.
E tem gente que ADORA, e o transforma em seu livro de cabeceira. Foi o que aconteceu com Bill Gates, Allan Greenspan, Warren Buffett, Os Fundadores do Google, entre milhares de outros grandes empreendedores.
Confira algumas idéias do livro:
(Ricardo Jordão)
A sala de aula virtual permite o acesso a materiais que antes eram disponíveis apenas para alunos matriculados em cursos universitários. Por conseguinte, estamos nos aproximando do dia em que os alunos auto-motivados são limitadas apenas pela sua iniciativa.
Bill Gates habitualmente elogia os esforços de Khan Academy, uma organização que divulga posts de matemática e ciências, palestras on-line para temas que vão além do nível de jardim de infância para cálculo de nível universitário. Há uma série de sites semelhantes. Academic Earth oferece gratuitamente vídeos de palestras com professores em universidades top de linha, posts com notas de leitura do MIT, exames e vídeos em um site que qualquer um com vontade de aprender pode acessar. Em algumas maneiras, disse Gates durante a entrevista Techonomy, esta abordagem é superior a planos de aula tradicional.
“Nós re-ensinar os mesmos conceitos de novo e de novo“, disse ele. “O professor não tem senso de que, em sua sala de aula é conseguir, não consegui-lo … e quando você olha para todas as inovações bem sucedidas, é onde você deixa o aluno avaliar seu conhecimento, entender onde eles estão e avançar a um ritmo onde eles estão realmente vendo que eles sabem alguma coisa antes de seguir em frente. “
O Departamento de Educação da metanálise, que incidiu sobre os alunos mais velhos, suporta isso. Alunos online que tenham o entendimento de auto-controle (através, por exemplo, decidir quando passar para a próxima aula) tem um desempenho melhor.
“Se tudo o que chega aos nossos sentidos exigisse de nós atenção constante, não conseguiriamos chegar ao fim do dia. Grande parte do progresso da humanidade esteve ligado com redução de tempo e de energia necessários para atender às nossas necessidades básicas.” Barry Schwartz
Que escolhas você toma para reduzir seu esforço e aumentar sua produtividade?
Porque vivemos em um mundo, e especialmente um país, onde a média é mais valorizada. O Brasil é o país do jeitinho. O jeitinho brasileiro significa que aceitamos as coisas feitas nas coxas e meia boca. O brasileiro não tem cultura de valorizar tudo que tem. Infelizmente.
Se tívessemos a cultura de valorizar tudo que temos, as nossas ruas, o nosso povo, a nossa casa, não seria uma zona que é.
A consequência dessa falta de valorização das coisas é um país onde tudo funciona mais ou menos.
Estamos colhendo o resultado de uma cultura centenária.
E vamos continuar colhendo por muito tempo. Eu não vejo qualquer sinal de mudança no povo brasileiro no sentido de valorização das coisas que tem. Infelizmente.
O país teoricamente está indo bem, e isso será – no final – a pior coisa que pode acontecer com as coisas que não tem uma excelente fundação.
É como um time de futebol que vence a partida com um gol impedido e de mão aos 45 minutos do segundo tempo da prorrogação. O time venceu, todos ficam felizes, comemoram, etc, e se esquecem que o time jogou mal para cacete nos 90 minutos de jogo.
O trabalho excelente no Brasil não será nunca valorizado pela massa de 80% dos brasileiros. Se o seu chefe, ou cliente, fizerem parte dessa turma, esquece, você realmente não precisa fazer nada tão bom assim porque eles estão pouco se lixando para o meio, e pensam apenas no fim.
Agora, a minha recomendação a você é fazer o que a sua consciência diz para fazer. Se você acha que deve virar a noite fazendo uma ultra mega blaster planilha porque você acredita que a coisa certa a ser feita, FAÇA! Se ninguém reconhecer você por isso, ou nem notar o que você fez, DANE-SE! Just do it!
Lembre-se que 20% da população está mudando o jeito de ver as coisas, e, as vezes, eles podem representar 80% do seu mercado.
ARREBENTA!! – Ricardo Jordão