Eu perdi a conta das vezes que presenciei uma meia dúzia de “líderes” chamarem reuniões non-senses com os seus comandados para as sete horas da noite. Reuniões que poderiam ser evitadas, reuniões que poderiam ter acontecido ao longo do dia ou reuniões que poderiam acontecer no dia seguinte sem problema algum. Mas não, o “líder” chama a reunião para depois do horário como se fosse alguma espécie de prova para checar quem veste a camisa da empresa, ou para provar que manda na bagaça.
Você não deve ir na reunião!
Na próxima vez que isso acontecer com você, diga ao pangaré chamado de chefe que você não pode ficar para a reunião porque você tem outro compromisso pessoal muito importante previamente agendado e você tem que ir.
E vá embora!
A vida é muito curta para desperdiçar vivendo o sonho de outra pessoa!
A vida é muito bela para trocar o happy hour com os amigos, ou o jantar com a família, ou a malhação na academia por mais uma reunião sem sentido sobre projetos mirabolantes que precisam virar realidade prá ontem.
Vá embora!
Deixa o maluco falando sozinho!
Vá embora sem qualquer problema de consciência.
Você estará salvando a empresa do cara dele mesmo.
Três dias depois ele nem vai se lembrar que chamou a reunião, ou que mandou alguém fazer alguma coisa.
Faça um favor a você mesmo: se manda!
Uma empresa não pode se tornar um projeto extravagante de um líder egocêntrico.
Pare!
Se alguma reunião precisa acontecer as sete da noite, ela acontecerá porque a equipe envolvida no projeto acredita que tem que rolar; e não porque o chefe tem que provar para si mesmo que manda nos outros.
Não deixe o seu chefe transformar o lugar em que você trabalha em uma cruzada pessoal para satisfazer o seu ego de maluco.
Se o maluco for muito reincidente, caia fora.
Caia fora antes que o Nero acabe colocando fogo em Roma e você tenha que apagar o incêndio com a sua própria vida, felicidade e saúde.
Grande dica de um incrível professor que já tive chamado Marcio Pantoja:
“Lobão em entrevista!!! Vejam!!!
Sensacional a lógica do pensamento…
“Não é que as pessoas eram exageradas..era normal… as pessoas é que viraram um bando de bunda mole!!!“
“Aquilo era viver… ou você você vai ficar um virgem existencial com 40 anos na casa da mãe!!!“
“A gente não era exagerado…a gente era homem!!! E hoje está dificil de achar homem!!!“
“Se você for na micareta seu QI já abaixou 20 pontos!!“”
Steve Jobs, mesmo de licença médica, subiu ao palco do Yerba Buena Center nessa quarta-feira para anunciar o sucessor do primeiro tablet bem-sucedido do mundo. Com o iPad 2, a Apple pretende manter a liderança do mercado, que agora se mostra muito mais competitivo do que quando o iPad redefiniu a categoria, há cerca de um ano.
iPad 2: novo processador de dois núcleos. (imagem: divulgação)
Para tanto, o iPad 2 contará com um processador mais rápido, o Apple A5 dual-core (a geração anterior era o A4, de um núcleo apenas). Jobs prometeu uma performance até duas vezes mais rápida para processamento comum e até nove vezes mais rápida para gráficos. Os gamers também irão se beneficiar da presença do giroscópio no iPad 2, assim como já acontecia no iPhone e iPod Touch de quarta geração.
O iPad também contará com câmeras frontais e traseiras (incluindo gravação de vídeo em HD) e outras melhorias trazidas pela nova versão do sistema operacional, o iOS 4.3.
Outra grande diferença vai ser o tamanho. De maneira um tanto quanto impressionante, o iPad 2 vai ser mais fino que o iPhone 4, com 8,8 mm de espessura do tablet contra 9,3 mm do smartphone. Ele será cerca de 33% mais fino que o primeiro iPad, que tem 13,4 mm de espessura. E com cerca de 590 g, o iPad dois também será ligeiramente mais leve que o seu antecessor de 680 g.
Mais uma novidade: saída HDMI. Através de um adaptador (que custará nos EUA US$ 39, sem preço divulgado no Brasil ainda) será possível ligar em uma televisão ou monitor de alta definição o iPad 2 e ter a telinha do tablet espelhada na telona, porém com resolução de 1080p, ainda que a tela do iPad 2 mantenha a resolução do original, 1024 x 768.
Mesmo com todas as melhorias no processador e redução de medidas, o iPad 2 continuará a ter a mesma duração de bateria, estimada em 10 horas. Ao menos na primeira geração a estimativa era cumprida em testes em condições reais de uso, e Jobs promete que o iPad 2 permanecerá assim, além de poder ficar até um mês em stand-by — por que alguém compraria um iPad 2 para deixar um mês stand-by eu já não sei…
Mais fino, mais rápido e com câmeras: esse é o iPad 2, também disponível na cor branca.
O novo tablet da Apple será vendido em duas cores: preto e branco. Apesar das dificuldades que fizeram com que o iPhone 4 branco nunca tenha chegado às lojas, Steve Jobs garantiu que o iPad 2 branco estará disponível desde o primeiro dia.
O primeiro dia, no caso, será 11 de março nos EUA e mais 26 países na Europa, Ásia e Oceania receberão o duas semanas depois, dia 25 de março. Como era de se esperar pelo histórico do primeiro iPad, o Brasil nem foi citado e ainda não temos previsão da chegada do iPad 2 por aqui.
Os preços continuarão os mesmos, a partir de US$ 500, o que corresponde, no câmbio de hoje, a cerca de R$ 912 — mas sabemos que chegará por um valor bem superior, provavelmente próximo dos R$ 1650 praticados atualmente.
O evento ainda está em prosseguimento (estamos cobrindo ao vivo, acompanhe), então qualquer novidade que surja voltaremos aqui para atualizar o post.
O evento terminou depois de diversas demonstrações de software, sem mais nenhuma novidade sobre o iPad 2 em si. Mas agora que a Apple Store Online brasileira voltou ao ar, podemos observar que o iPad de primeira geração já caiu de preço, sendo encontrado por R$ 1399 no caso do modelo mais simples (16 GB, Wi-Fi apenas).
50 anos de espera pela filmagem de ATLAS SHRUGGED chegaram ao fim. No dia 15 de Abril estreia nos EUA, Atlas Shrugged Parte 1.
O que aconteceria ao mundo se Steve Jobs, Bill Gates, Chris Andersen (TED), Nelson Mandela, e outros gênios que levam o mundo para frente sumissem do mapa ao mesmo tempo deixando o mundo para os executivos e a turma da carteira assinada?
Atlas Shrugged é sobre uma sociedade que dispensa os gênios e abraça a mediocridade.
Escrito em 1957, Atlas Shrugged antecipou em 50 anos o que está acontecendo nesse exato momento.
O primeiro trailer oficial do filme será apresentado no dia 11 de Fevereiro. O web site do filme está no ar, confira. O cartaz já tá na rua, e logo abaixo.
Como grande fã do livro e de Ayn Rand, eu torço para que o filme seja fantástico. Entretanto, ao acompanhar tudo que rolou durante a produção, me parece que o filme será “nice to have” ficando longe da riqueza do livro.
Eu espero que a recepção do filme nos EUA seja excelente; só assim, talvez, um dia, sei lá, Atlas Shrugged venha para os cinemas brasileiros.
Atlas Shrugged é AMADO e ODIADO em iguais proporções. Tem gente que lê e não entende patavinas. Tem gente que abomina as idéias individualistas do livro. Tem gente que não entende bulufas das idéias sobre “ser egoísta”. Tem gente que não encontra idéia nenhuma no livro.
E tem gente que ADORA, e o transforma em seu livro de cabeceira. Foi o que aconteceu com Bill Gates, Allan Greenspan, Warren Buffett, Os Fundadores do Google, entre milhares de outros grandes empreendedores.
“Abaixem as suas armas, nós somos muitos e vocês são poucos. Nós não vamos baixar as nossas armas, vocês terão que vir buscá-las. As flechas dos persas são muitas e vão cobrir o Sol. Que bom, lutaremos na sombra.”
300 é um soco no estômago sem direito a cair no chão ou dobrar os joelhos. Em 300, o cinema encontra as histórias em quadrinhos que encontra o empreendedorismo que encontra a história do mundo que encontra o rock moderno.
300 conta a história da lendária batalha de Termópilas onde 300 espartanos no verão de 480 A.C. lutaram contra milhões de persas no desfiladeiro das Termópilas pelo futuro da Grécia livre. Ninguém sabe ao certo qual era o número de soldados em cada lado do front, mas uma coisa todo mundo concorda: poucos enfrentaram muitos.
300 é baseado na graphic novel (um maneira revolucionária de fazer histórias em quadrinhos) de Frank Miller e arrecadou 70 milhões de dólares no final de semana de estréia nos EUA sem nenhum Tom Cruise ou Brad Pitt nas primeiras fileiras, aliás, o ator mais fomoso do filme chama-se Rodrigo Santoro, que não morre no final, mas já foi flechado pela porção brasilândia do brasil que sempre torce pela derrota dos seus guerreiros bem sucedidos.
Os frustrados dizem que o filme atrai as pessoas porque traz mulher pelada, violência, rock pesado e efeitos especiais especialíssimos.
Mentira!
O filme atrai as pessoas porque fala sobre a eterna batalha entre os mais fortes e os mais fracos, entre os heróis e os covardes, entre pessoas comuns e reis engomados. O filme atrai multidões porque todo mundo quer saber como vencer um concorrente mais poderoso quando se tem poucos recursos; como conquistar um grande mercado quando se tem poucas pessoas; como fazer mais quando se tem muito menos.
300 é sobre uma batalha sangrenta entre uma pequena empresa empreendedora empurrada por um punhado de guerreiros comprometidos com a honra, e uma gigantesca máquina corporativa multinacional sustentada por milhares de funcionários cráchazeiros que nem sabem direito porque fazem o que fazem.
300 oferece mais insights para a sua vida profissional do que muito protótipo de MBA que tem por ai. Economize 500 reais, assista 300 por 30. Você vai aprender a ser o líder que os outros admiram (até a morte), criar uma empresa onde todos querem trabalhar (até a morte), inspirar os funcionários para trabalhar 24×7 (ou até a morte), criar uma marca uma história uma lenda (que vence a morte).
Quando o capitão resolve espancar o soldado, Leonidas – Rei de Esparta – ensina ao gerente a importância do respeito ao estagiário. Quando frente a dúvida da sua própria convicção, Leonidas pede a opinião da sua parceria, esposa, confidente e rainha – que sempre trata de igual para igual – sobre como lidar com os negócios. Quando ocupado, há poucos dias de enfrentar milhões, ele encontra tempo de qualidade para ensinar ao seu filho de seis anos de idade,os segredos do mundo dos negócios que ele conhece. Quando vestido para batalha, gravata computador e celular, tudo que interessa é FOCAR A RAZÃO para fazer o melhor pelo negócio e por seus funcionários. Quando o Rei Xerxes (Santoro), tenta seduzir Leonidas com os benefícios que uma possível fusão & aquisição da pequena empreendedora Esparta pela mega-corporation Persia traria para os acionistas, para ele (cargo de CEO da Grécia, palácios, mulheres, altos bônus) e para os seus funcionários (que se livrariam da escravidão), Leonidas lembra Xerxes que a verdadeira escravidão do ser humano não é a escravidão econômica ou social, mas a privação do estilo de vida espartano, sua cultura, filosofia de vida e direito de tomar decisões livremente sem prestar contas e ninguém.
Cada página, desculpe, cada cena de 300 ensina alguma coisa a você. Dispense a pipoca, cole os olhos nos diálogos.
Quando os membros do board of directors de Esparta resolvem abaixar a cabeça para Xerxes, negam ajuda a Leonidas, retiram o exército do seu comando, e o ordenam a ajoelhar-se diante do invisível, ele faz um spin-off do exército, cria a sua própria empresa, reune os 300 melhores soldados que conhece, e vai rumo aos milhões de Xerxes. Quando perguntam a ele como vencer milhões com três centenas de guerreiros, Leonidas responde que vai usar o cérebro quando Xerxes usar o ego. Ele ruma para Termópilas, onde um desfiladeiro apertado permite a passagem de poucos soldados de uma única vez, neutralizando assim os milhões do inimigo.
Quando um espartano medíocre mal preparado e incapaz, pede para unir-se ao exército, Leonidas manda ele de volta para casa; no outro lado do front, Xerxes envia os incapazes para a frente de batalha para morrer em primeiro lugar. Na pequena empresa de Leonidas, somente os melhores mais bravos mais corajosos mais brilhantes são aceitos. Ele dispensa a média, os fracos, os medrosos, os pomposos. Ele não quer ninguém que possa prejudicar o desempenho dos melhores e abrir brechas para o inimigo entrar. Quando em um momento importante da batalha, Leonidas encontra Xerxes, o grande rei pergunta “Como você pensa que vai conseguir me derrotar? Eu mataria qualquer um dos meus próprios homens para conseguir a vitória sobre você”, “Eu morreria por qualquer um dos meus homens” responde Leonidas.
Quando Leonidas percebe que não conseguirá destruir o exército de Xerxes, ele decide construir uma marca. Ele envia um espartano de volta para casa para assegurar que a história e as glórias dos 300 de Esparta viverão por muito tempo, muito depois que eles se forem. Quase 2.500 anos depois, do outro lado do planeta, cá estamos nós falando sobre os 300 de Esparta. “O mundo inteiro saberá que um punhado de homens livres lutou até a morte contra a tirania, o mundo inteiro saberá que poucos lutaram contra muitos.” O marketing provocado por Leonidas funcionou. A história boca-a-boca inspirou milhares de espartanos, produziu o orgulho necessário para unir o mundo grego e retardou o avanço dos persas que perderam as batalhas seguintes e nunca chegaram a conquistar a Grécia.
2500 anos se passaram.
A sociedade de Esparta não deixou nada para trás a não ser histórias de guerras. Nenhuma arte, nenhum conhecimento, nenhuma invenção, nada para iluminar o caminho do ser humano a não ser a dedicação incondicional e a disciplina do seu povo para se tornar os melhores guerreiros do mundo.
Esparta não produziu um Michelangelo ou um Leonardo da Vinci, mas cunhou o termo “vida espartana”, que é relacionado até os dias de hoje ao modo de vida onde um indivíduo abre mão de privilégios e benefícios pessoais para se entregar de corpo e alma a uma vida dedicada a atingir um grande objetivo.