Quem é o vencedor?
Steve Jobs, mesmo de licença médica, subiu ao palco do Yerba Buena Center nessa quarta-feira para anunciar o sucessor do primeiro tablet bem-sucedido do mundo. Com o iPad 2, a Apple pretende manter a liderança do mercado, que agora se mostra muito mais competitivo do que quando o iPad redefiniu a categoria, há cerca de um ano.

Para tanto, o iPad 2 contará com um processador mais rápido, o Apple A5 dual-core (a geração anterior era o A4, de um núcleo apenas). Jobs prometeu uma performance até duas vezes mais rápida para processamento comum e até nove vezes mais rápida para gráficos. Os gamers também irão se beneficiar da presença do giroscópio no iPad 2, assim como já acontecia no iPhone e iPod Touch de quarta geração.
O iPad também contará com câmeras frontais e traseiras (incluindo gravação de vídeo em HD) e outras melhorias trazidas pela nova versão do sistema operacional, o iOS 4.3.
Outra grande diferença vai ser o tamanho. De maneira um tanto quanto impressionante, o iPad 2 vai ser mais fino que o iPhone 4, com 8,8 mm de espessura do tablet contra 9,3 mm do smartphone. Ele será cerca de 33% mais fino que o primeiro iPad, que tem 13,4 mm de espessura. E com cerca de 590 g, o iPad dois também será ligeiramente mais leve que o seu antecessor de 680 g.
Mais uma novidade: saída HDMI. Através de um adaptador (que custará nos EUA US$ 39, sem preço divulgado no Brasil ainda) será possível ligar em uma televisão ou monitor de alta definição o iPad 2 e ter a telinha do tablet espelhada na telona, porém com resolução de 1080p, ainda que a tela do iPad 2 mantenha a resolução do original, 1024 x 768.
Mesmo com todas as melhorias no processador e redução de medidas, o iPad 2 continuará a ter a mesma duração de bateria, estimada em 10 horas. Ao menos na primeira geração a estimativa era cumprida em testes em condições reais de uso, e Jobs promete que o iPad 2 permanecerá assim, além de poder ficar até um mês em stand-by — por que alguém compraria um iPad 2 para deixar um mês stand-by eu já não sei…

O novo tablet da Apple será vendido em duas cores: preto e branco. Apesar das dificuldades que fizeram com que o iPhone 4 branco nunca tenha chegado às lojas, Steve Jobs garantiu que o iPad 2 branco estará disponível desde o primeiro dia.
O primeiro dia, no caso, será 11 de março nos EUA e mais 26 países na Europa, Ásia e Oceania receberão o duas semanas depois, dia 25 de março. Como era de se esperar pelo histórico do primeiro iPad, o Brasil nem foi citado e ainda não temos previsão da chegada do iPad 2 por aqui.
Os preços continuarão os mesmos, a partir de US$ 500, o que corresponde, no câmbio de hoje, a cerca de R$ 912 — mas sabemos que chegará por um valor bem superior, provavelmente próximo dos R$ 1650 praticados atualmente.
O evento ainda está em prosseguimento (estamos cobrindo ao vivo, acompanhe), então qualquer novidade que surja voltaremos aqui para atualizar o post.
O evento terminou depois de diversas demonstrações de software, sem mais nenhuma novidade sobre o iPad 2 em si. Mas agora que a Apple Store Online brasileira voltou ao ar, podemos observar que o iPad de primeira geração já caiu de preço, sendo encontrado por R$ 1399 no caso do modelo mais simples (16 GB, Wi-Fi apenas).
Fonte: http://tecnoblog.net/
Acreditem, isso aconteceu um dia.
Steve Jobs, o cara mais desinibido e revolucionário em frente às câmeras já sentiu medo disso. Vejam do que estou falando:
“Não tenho planos de me aposentar. Eu não vejo a minha trajetória como uma ‘carreira’. Eu faço coisas. Eu respondo a coisas. Isso não é uma carreira – é uma vida.”
>>> Time, abril de 2010
“Meu trabalho é inspirar pessoas. É criar espaço para elas, abrir clareiras criativas no meio da burocracia corporativa.”
>>> Macworld, fevereiro de 1984
“Os processos tornam a empresa mais eficiente. Já a inovação nasce das pessoas no corredor, ou umas ligando para as outras às 10h30 da noite quando tiveram uma grande ideia, ou se deram conta de furos no modo como estávamos pensando. A inovação nasce de reuniões de meia dúzia de pessoas, feitas no calor da hora, quando alguém descobriu o jeito mais insanamente genial de fazer algo.”>>> Business Week, outubro de 2004
“Quando um carpinteiro constrói um belo armário, ele não usa madeira ordinária no forro. Para dormir tranquilo, usa madeira boa. Isso o deixa feliz. É a estética e a qualidade que o movem. Eu sou acima de tudo um artesão.” >>> Playboy, fevereiro de 1985
“Quando você examina um problema e acha que ele é simples, você não se deu conta de quão complexo ele é. Depois que você mergulha no problema… percebe que ele é complicado e começa a encontrar muitas soluções rebuscadas. É aí que a maior parte das pessoas para. Mas alguém realmente bom vai continuar, vai descobrir o problema que está por trás de tudo e encontrar uma solução elegante que funcione em todos os níveis.” >>> Billboard, janeiro de 2004
“Os grandes artistas, em algum ponto da carreira, tiveram a opção de repetir uma fórmula de sucesso, e continuar sendo amados pelo público. Mas fazendo isso eles se odiariam, e preferiram correr o risco do fracasso. Bob Dylan e Picasso sempre correram esse risco.” >>> Rolling Stone, dezembro de 2003
“Eu sou um sortudo. Meu pai, Paul, era um sujeito extraordinário. Ele nunca terminou o colegial. Quando eu tinha uns 6 anos, me deu uma caixa de ferramentas, e passávamos horas na garagem, ele me mostrando como construir coisas, desmontar coisas e recolocá-las no lugar.” >>> Entrevista ao Instituto Smithsoniano, abril de 1995
“Não é uma questão de influência pop, ou de convencer o público a usar algo de que não precisa. O que nós fazemos é descobrir produtos que estaríamos loucos para usar. Eu acho que somos muito bons nessa disciplina.” >>> Fortune, março de 2008
“Sempre me senti mais atraído pelas mudanças revolucionárias. Eu não sei por quê. Talvez por serem mais difíceis. São muito mais estressantes emocionalmente. E sempre há aquele período em que todos em volta dizem que você quebrou a cara.” >>> Rolling Stone, junho de 1994
“Eu não faço pesquisa de mercado. A gente investe bastante estudando nossa base instalada de usuários. Também prestamos atenção às tendências da indústria. Mas, no fim, é muito difícil criar algo com base em grupos de foco. Na maioria das vezes, as pessoas não sabiam que desejavam uma novidade até você mostrá-la para elas.” >>> Business Week, maio de 1998
“Para criar um design realmente bom, você tem de compreender a coisa. Tem de internalizar a essência dela. É preciso um envolvimento apaixonado para compreender a coisa em sua totalidade, mastigá-la completamente e não apenas engoli-la rápido. A maior parte das pessoas não se permite tempo suficiente para fazer isto.” >>> Wired, fevereiro de 1996
“Todo mundo em Hollywood diz que a chave das boas animações é história, história, história. Mas na hora H, quando o enredo não funciona, eles não param a produção, e gastam um pouco mais de dinheiro para consertar a história. Isso também acontece na indústria do software. Todos dizem que o usuário é o mais importante, mas ninguém age de acordo com essa crença.” >>> Fortune International, fevereiro de 2005
“A verdadeira questão, na hora de contratar alguém, é: essa pessoa aqui na minha frente vai se apaixonar pela Apple? Porque, caso se apaixone, tudo fica fácil. Recrutamento é como achar uma agulha no palheiro. Eu participei da contratação de mais de 5 mil pessoas na vida. E levo isso muito a sério. Não dá para ter certeza em uma hora de entrevista, então, no fim, o que decide é o instinto.” >>> Fortune, março de 2008
“Meu médico me aconselhou a ir para casa e pôr mi¬nhas coisas em ordem, que é o código dos médicos quando querem dizer ‘prepare-se para morrer’. Significa ‘tente dizer a seus filhos, em poucos meses, tudo que você teria a dizer nos próximos dez anos’. Significa fazer as suas despedidas.” >>> Na Universidade de Stanford, sobre a descoberta, em 2004, de um tumor maligno no pâncreas
“Ser demitido* foi a melhor coisa que me aconteceu. O peso do sucesso foi tirado dos meus ombros, e substituído pela leveza de ser, de novo, um iniciante, sem muitas certezas a respeito de nada. Foi duro, como um soco no estômago, porém me libertou. Entrei no período mais criativo da minha vida”. >>> Na Universidade de Stanford, em junho de 2005. *Em 1985, Jobs foi forçado a se exonerar da Apple pelo conselho da empresa que fundou
Fonte: Época Negócios
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concluiu nesta segunda-feira (23) o processo de homologação do iPhone 4, da Apple. De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, a partir desta manhã, o aparelho pode operar no Brasil, ficando a cargo apenas da fabricante e das operadoras de telefonia locais definir o início das vendas do produto.
O certificado de homologação é necessário para qualquer produto que utilize redes de telecomunicação no Brasil, de modo a garantir que ele está dentro dos padrões adotados no país. O comércio e até o uso de um equipamento não homologado pela Anatel prevê apreensão e multa de acordo com resolução do órgão. Na semana passada, a Anatel já havia homologado três baterias de lítio compatíveis com o iPhone 4, o que gerou a expectativa de que a liberação do aparelho propriamente dito estava próxima.
Apesar da homologação, a Apple ainda não tem uma previsão do início das vendas do iPhone 4 no Brasil. Procuradas pela reportagem, as assessorias de imprensa da Vivo, Claro e TIM também não informaram uma data para o lançamento do aparelho no país. A Oi também foi contatada pelo site EXAME e disse que está apurando a informação.
Considerado o smartphone mais fino do mundo, o iPhone 4 foi apresentado nos Estados Unidos no mês de junho. Na ocasião, o presidente-executivo da empresa, Steve Jobs, disse que pretendia levar o produto para 88 países até o mês de setembro. Apesar do sucesso alcançado, com mais de três milhões de unidades vendidas apenas nas três primeiras semanas, o iPhone 4 é alvo de críticas conta de um suposto problema de design que prejudicaria a recepção do sinal de telefonia celular dependendo da maneira como é segurado.
O comportamento do celular seria consequência do contato da mão do usuário na antena do aparelho. A Apple acabou reconhecendo a falha e anunciou a distribuição gratuita para os clientes de uma capinha de borracha que resolveria o problema.
Fonte: Info
Querido(a) Amigo(a),
Você sabe como Steve Jobs faz suas apresentações, sabe o que ele quer atingir, sabe como ele se prepara e que métodos utiliza? Então aprenda como se faz..
Três atos:
Ato 1 - Crie uma história
Ato 2 - Entregue uma experiência
Ato 3 - Refine e ensaie
“Ato I”

1 – Encontre algo que você ama
Para convencer o público de algo, é preciso convencer a si mesmo. O tom “messiânico” de Jobs só não soa ridículo, porque ele realmente acredita no que diz. Para justificar o trecho, Carmine Gallo usa a seguinte frase de Jobs: “Você deve encontrar o que você ama. O que realmente importa é ir para a cama de noite dizendo ‘Fiz alguma coisa maravilhosa”
2 – Planeje
Antes de abrir o PowerPoint pegue um papel e rabisque suas idéias. Planeje como será a apresentação. Os especialistas recomendam que você divida seu tempo privilegiando as ideias: coletando dados, organizando eles e rabiscando uma história.
3 – Crie sempre um vilão
Todas as apresentações de Jobs são baseadas no modelo de herói contra vilão, em que o produto da Apple é a solução para uma situação antagônica ou um concorrente. Em 1984, por exemplo, o papel coube a IBM.
“Ato II”

1 – “Simplicidade é o máximo da sofisticação”
A frase acima, também de Steve Jobs, resume esse passo que indica: jamais use bullets, quando puder imagens ao invés de texto e cada slide deve ter, no máximo, 40 caracteres.
2 – Não use jargão
Jobs pouco fala de gigabytes. Ele prefere dizer que “no iPod cabem mil músicas”. Faça o mesmo, simplificando os termos técnicos sem usar definições abstratas.
“Ato III”

1 – Presença de Palco
Olho nos olhos da platéia, tenha uma postura aberta e com autoridade e saiba se expressar usando as mãos. Como fazer tudo isso? Use o próximo passo como mantra.
2 – Treine
Um repórter da revista BussinessWeek que acompanhou Steve Jobs escreveu que ele “treina sua naturalidade por muitas horas, por muitos dias”. Os treinos do CEO se intensificam nas 48 horas antes do keynote. É quando ele pede feedback da equipe.
3 – Se divirta
Durante um problema na MacWorld de 2007, Jobs aproveitou para contar uma piada sobre os velhos tempos da Apple. Assim, minimizou a falha na apresentação e mostrou confiança. A lição é que é importante entreter o público sempre.
Entendeu?